O PADECOGE leva a psicanálise voltada para a cultura organizacional, atuando no tom de voz, na comunicação positiva, na integração das equipes, no engajamento e na felicidade no trabalho. A metodologia ajuda empresas a fortalecerem o pertencimento, a convivência e a forma como líderes e colaboradores se relacionam no dia a dia. .
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O PADECOGE contribui para ações relacionadas à saúde emocional e às relações humanas dentro das empresas. A metodologia fortalece:
• convivência saudável
• pertencimento profissional
• integração entre equipes
• acolhimento profissional
• relações interpessoais
• redução de conflitos
• desenvolvimento humano
• qualidade do ambiente organizacional
Porque ambientes emocionalmente mais saudáveis começam pela forma como as pessoas convivem, se relacionam e se sentem dentro da empresa.
O PADECOGE contribui diretamente para o eixo social do ESG, fortalecendo ambientes mais humanos, respeitosos e saudáveis.
• desenvolvimento humano
• valorização das pessoas
• felicidade no trabalho
• cultura organizacional
• fortalecimento das relações humanas
• comunicação positiva
• pertencimento profissional
• integração entre equipes
• ODS 3: Saúde e Bem-Estar:
Fortalecimento emocional e qualidade das relações no trabalho.
• ODS 4: Educação de Qualidade:
Desenvolvimento humano por meio da comunicação, convivência e escuta.
• ODS 8: Trabalho Decente e Crescimento Econômico:
Promoção de ambientes mais saudáveis, humanos e produtivos.
• ODS 16: Paz, Justiça e Instituições Eficazes:
Fortalecimento do diálogo, respeito e redução de conflitos organizacionais.
Felicidade no trabalho, pertencimento e comunicação positiva fortalecem equipes, melhoram relações e transformam a cultura organizacional das empresas.
em empresas, escolas e atendimentos individuais, trabalhando situações reais da convivência humana dentro das relações profissionais.
O foco está em melhorar a forma como as pessoas:
"Porque pessoas que se sentem acolhidas trabalham com prazer, vontade, entrega verdadeira e pertencimento."
Sou Elaine Santos. Mulher, mãe, de duas meninas — Isabelle 34 e Laura 10, Jornalista e psicanalista especializada em comunicação e psicologia positiva. Fui mãe aos 16 anos, casei e separei em menos de 2 anos. Casei novamente aos 38 e divorciei aos 50. Sou mãe solo nas duas histórias.
Uma mulher como tantas outras: que trabalha, cuida dos filhos, segue sem apoio — e também sem reclamar, porque acredita que os perrengues servem de histórias para serem contadas.
A minha base da infância não é tão diferente do meu hoje. Sou filha de uma mulher extremamente forte, que criou três filhas sozinha, trabalhando como secretária do lar para colocar comida na mesa, educar a mim e minhas irmãs. Sou a filha mais velha. Cresci sem a presença do meu pai. Meu primeiro trabalho foi aos 9 anos, atendendo turistas numa sorveteria.
Tive dificuldade para estudar, trabalhar, mas sempre soube falar. Foi na fala que sobrevivi e soube fazer acontecer. Trabalhando com telemarketing, uma chefe enxergou em mim algo que eu ainda não via e me perguntou: “Por que você não faz jornalismo?” Eu não escolhi a faculdade. A faculdade me escolheu.
O jornal A Tribuna de Santos, onde eu trabalhava, financiou meus estudos. E ali começou uma trajetória de mais de 25 anos na comunicação, entre jornal, rádio, tv e site. Sempre trabalhando, estudando e criando minhas filhas. Eu não soube o que é viver sem responsabilidade. Aprendi com a vida a conversar, a me respeitar, a ser firme e também humilde. Não foi sorte. Foi esforço.
Como jornalista, aprendi a olhar no olho e a escutar de verdade o que a pessoa estava dizendo, porque eu me sentia responsável por como o outro iria ouvir a notícia e compreender o que realmente aconteceu. O PADECOGE já existia ali — mesmo sem nome. E eu acredito muito que: não existem coincidências. Existem providências.
Hoje, como psicanalista e criadora do PADECOGE, eu doo para quem quer me ouvir aquilo que a vida me ensinou. Porque no fim, a forma como a gente fala é o que constrói — ou destrói — quem somos.