uma metodologia com base na Psicologia Positiva, a partir dos estudos de Martin Seligman e Mihaly Csikszentmihalyi.
Atua na forma como o ser humano fala, escuta e se posiciona nas relações, tanto na vida pessoal — familiar e amorosa — quanto profissional, na cultura empresarial, contribuindo para relações mais saudáveis, com felicidade no trabalho.
Método desenvolvido por Elaine Santos, jornalista, psicanalista com especialização em psicologia positiva, gestão de pessoas e felicidade no trabalho, a partir da prática em empresas, escolas e atendimentos individuais. O foco direto do PADECOGE está em:
Trazer clareza e compreensão na comunicação do dia a dia, melhorando diretamente os relacionamentos pessoais e profissionais.
Você está no trabalho certo, mas não é ouvido. Ou está na liderança, mas não consegue fazer seu time falar o mesmo vocabulário que o seu?
Sou Elaine Santos. Mulher, mãe, de duas meninas — Isabelle 34 e Laura 10, Jornalista e psicanalista especializada em comunicação e psicologia positiva. Fui mãe aos 16 anos, casei e separei em menos de 2 anos. Casei novamente aos 38 e divorciei aos 50. Sou mãe solo nas duas histórias.
Uma mulher como tantas outras: que trabalha, cuida dos filhos, segue sem apoio — e também sem reclamar, porque acredita que os perrengues servem de histórias para serem contadas.
A minha base da infância não é tão diferente do meu hoje. Sou filha de uma mulher extremamente forte, que criou três filhas sozinha, trabalhando como secretária do lar para colocar comida na mesa, educar a mim e minhas irmãs. Sou a filha mais velha. Cresci sem a presença do meu pai. Meu primeiro trabalho foi aos 9 anos, atendendo turistas numa sorveteria.
Tive dificuldade para estudar, trabalhar, mas sempre soube falar. Foi na fala que sobrevivi e soube fazer acontecer. Trabalhando com telemarketing, uma chefe enxergou em mim algo que eu ainda não via e me perguntou: “Por que você não faz jornalismo?” Eu não escolhi a faculdade. A faculdade me escolheu.
O jornal A Tribuna de Santos, onde eu trabalhava, financiou meus estudos. E ali começou uma trajetória de mais de 25 anos na comunicação, entre jornal, rádio, tv e site. Sempre trabalhando, estudando e criando minhas filhas. Eu não soube o que é viver sem responsabilidade. Aprendi com a vida a conversar, a me respeitar, a ser firme e também humilde. Não foi sorte. Foi esforço.
Como jornalista, aprendi a olhar no olho e a escutar de verdade o que a pessoa estava dizendo, porque eu me sentia responsável por como o outro iria ouvir a notícia e compreender o que realmente aconteceu. O PADECOGE já existia ali — mesmo sem nome. E eu acredito muito que: não existem coincidências. Existem providências.
Hoje, como psicanalista e criadora do PADECOGE, eu doo para quem quer me ouvir aquilo que a vida me ensinou. Porque no fim, a forma como a gente fala é o que constrói — ou destrói — quem somos.